Seguindo sempre os padrões tradicionais, os dojos ou salas de treinamento de cada instrutor são pequenos, freqüentemente construídos somente em madeira. Suas paredes são adornadas com armas e utensílios de treinamento específicos.
Fora da escola há uma placa com os nomes dos instrutores e do estilo, e no ponto focal do dojo, vê-se de habito uma imagem de Dharuma ladeado por fotos do mestre ou dos mestres do instrutor. Para completar essa espécie de altar, e de acordo com costumes Japonês de estabelecer-se espírito guardiões para velar sobre a sala de treinamento, muitas vezes vê-se fora do dojo duas estatuas de leões sentados. O primeiro, com a boca fechada, esta inspirando, ao passo que o segundo, com a boca aberta dentes a mostra expirando.
No dojo, o respeito absoluto e uma norma. Os praticantes tiram os sapatos e curvam-se perante o altar a o entrar e sair da sala; depois da aula tem o dever da arrumar e limpar o chão e as paredes.
Muitos dojos têm explicitas as regras afixadas nas paredes com os seguintes dizeres: “purifique sua mente”; “treine com diligencia e supere as dificuldades para adquirir a perseverança”; “mantenha limpo seu uniforme e o salão”; “a cortesia e o principio e o fim marcial”; “harmonizando a respiração e ação, esvazie a mente de pensamentos egoísta durante o treino”; “pratique com toda a força e dedicação”; “o dojo e o lugar sagrado onde o espírito humano pode ser temperado e polido”.
Os aluno novos são encorajados a aprender esses preceitos de cor; os antigos a pô-los sempre em pratica.