Esta é uma decisão do espirito, o inicio de um comportamento, e depois um acompanhamento a todo instante.
Quer que se viva na cidade ou no campo, pode se viver ninja.
Quer dizer, viver preparando-se aos tipos clássicos de missão (observação,
infiltração, subterfúgios, camuflagens...)como se esse tipo de desafio pude
se amanha se tornar realidade.
Viver a essa maneira, treinando duramente, projetando o futuro, prevendo situações
que provavelmente jamais ira acontecer . em tempo de paz, não e fácil e exige
uma personalidade muito forte.
Justamente, eis ai um dos benefícios tangíveis do ninjutsu.
E essa é uma das qualidades que muitas vezes falta no
mundo atual e que pode
servir em inúmeras situações cotidianas.
O ninja era um guerreiro.
Continuar a cultivar o espirito guerreiro é um objetivo positivo, pois ninguém
pode dizer o que ocorrera amanha e cada sociedade, mesmo as pacificas, precisam
indivíduos capazes de defender a sua liberdade, ou seja enfrentar eficazmente
situações imprevistas.
Se nos colocamos num plano querido pelos sociólogos, no dos discursos nos quais
reaparecem muitas vezes a necessidade de se banir de uma civilização avançada
toda forma de violência, pode-se lembrar que não existe melhor antídoto contra
uma eventual violência do que uma força dissuasiva que imponha respeito...
Um homem treinado a ninja possui esse domínio e essa segurança, que não somente
farão que ele evite um confronto, mas também desviarão dele toda a vontade de
cometer violência.
Este e um excelente seguro para a manutenção da paz.
Existe certamente um perigo: o treinamento que se tornaria uma obsessão e que
faria desse homem um perigoso paranóico, prestes a demonstrar seus conhecimento
na menor ocasião.
Tais como psicoses existem, devidas a treinamentos mal dosados e são responsáveis
algumas vezes, por deslizes criminosos dos quais a imprensa faz prazerosamente
o eco.
Eis porque o treinamento do ninjutsu controlado por um bom sensei permanece
atualmente, assim como no passado a melhor formula