A arte de se conduzir uma espada compete a arte das espadas em seu todo, em primeiro lugar educar, a agilidade física e manuseio da espada.
Por isso, diferentes escolas desenvolveram as mais variadas formas dirigidas tanto ao exterior quanto ao interior, num colorido emaranhado.
Quando finalmente possuímos os requisitos físicos, sabemos adaptar-nos as
situações mutáveis; podemos confiar nos movimentos do corpo, conseguimos adaptar-nos
a inércia ou movimento de cada situação, reconhecendo em nós mesmos e no oponente
as forças e as fraquezas quando conduzimos o nosso modo de sentir e de pensar
por sendas corretas; então reconhecemos espontaneamente como devemos proceder
nos combates futuros.
No entanto, fenômenos como ''a espada que mata'' e ''a espada que da à vida
'', não podem de modo algum ser debatidos a partir da forma.
A decisão sobre a vida e a morte estará sobre nossas mãos e não sobre as
mãos de nosso adversário, quando sentir e pensar, que as mãos e os pés correspondem
aos requisitos da situação e mudança.
Atualmente famosos pela arte de suas espadas, cada escola se subdivide em
dez mil divisões paralelas que adotam suas regras sem averiguar se são adequadas,
e as ensinam a seus discípulos.
Em seus ensinamentos, algumas escolas orientam seus alunos de acordo com os princípios elevados, afirmando que adotando-os em toda sua profundidade pode se dominar o mundo e o reino.
Outras afirmam em seus ensinamentos que se pode enfrentar dez oponentes sozinho, apenas com o manuseio da espada e toda sua técnica.
Outras afirmam que a vitória sobre tudo aquilo que se nos opõem só pode ser alcançado sem esforço quando exercitamos nosso coração e fluido vital, nos conduz pelo caminho correto.