Na china, durante o período conhecido como “estados guerreiros”, por volta de 500 A.C., um grande general e estrategista militar Chinês chamado Sun Tsu, escreveu um livro intitulado “a arte de guerra” um tratado sobre a ciência exata de temas como estratégia ofensiva, fraquezas e força do inimigo, terreno, emprego de espionagem, operações de guerrilha e vulnerabilidade. Considerado modelo de leitura para intelectuais chineses e militares, te sacerdotes taoistas e budistas tinham conhecimento de seu conteúdo.
Embora vivesse numa era de constante violência, seu extraordinário senso de paz em seu intimo fazia Sun Tsu acreditar que estratégia adequadas e informações seguras sobre planos do inimigo deviam conduzir o objetivo de uma guerra, não concebendo-a como mera Chacina e destruição. Sua diretriz primordial era que o estrategista habilidoso fosse capaz de subjugar o exercito inimigo sem confronta-l, tomar suas cidades sem atacá-las e derrotar e derrotar o seu estado sem o derramamento de sangue. Fiel defensor da espionagem e operações secretas, ele afirmava que o uso de sua tática dariam um veloz resultado a uma guerra iminente.